Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

3.3.07

Senhores do destino


67,5% do capital social da Portugal Telecom (PT) apresentou-se na Assembleia-Geral (AG) de 2 de Março de 2007. 46,58% dos votos representados (67,5%) foram contra a desblindagem dos estatutos da sociedade para permitirem que os direitos de voto possam ser exercidos acima dos 10% do capital social. 43,90% dos votos representados (67,5%) foram a favor da desblindagem dos mesmos estatutos e 9,52% dos votos representados (67,5%) abstiveram-se. Sobre outro ponto de vista, 31,40% do capital social total da PT, e não apenas o capital representado na AG, opôs-se à desblindagem dos estatutos da operadora de telecomunicações que permitiria que uma operação avaliada em 11,8 mil milhões de euros fosse decidida no mercado. 29,60% do capital social total, apoiou a desblindagem dos mesmos estatutos. Votaram contra os seguintes accionistas: Grupo BES (8,08%); Grupo CGD (5,11%); Telmex (3,41%); Ongoing Strategy Investments (2,02%); Fundação Joe Berardo (2,07%) e a Associação dos Pequenos Investidores (1,05%). Votaram a favor os seguintes accionistas: Sonaecom (1%); Telefónica (9,96%); Paulson & Co. Inc. (2,34%); Credit Suisse (2,34%); Stark & Roth Inc. (2,21%); Grupo Fidelity (2,09%); Grupo Barclays (2,09%) e UBS AG (2,02%). Abstiveram-se o accionista Estado português com a golden share de 500 acções e o Brandes Investment Partners, LP (7,67%). (Toda esta informação carece de confirmação oficial e é de admitir alguma margem de erro.)