Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

4.1.09

Utopia: A República de Hermes (2)


Eis chegada a hora de tornar este discurso indirecto numa confidência pessoal para que não se desvaneça a vontade do bloguista que com alguma insistência frequenta este espaço onde tem por anfitrião o acrónimo JASG. É certo e sabido, que algo que seja pessoal será sempre mais apetecido a uma prelecção a céu aberto, no entanto, não nos desviemos do assunto que nos traz aqui. A “nossa” República de Hermes, de ora em diante designada por Hermenêutica, era o Estado mais meridional da Confederação de Estados Zeus com dez milhões de carentes, ou talvez não, habitantes. Convém recordar o senhor bloguista que qualquer semelhança com alguma realidade, não passará de pura especulação, porque, como o próprio título da postagem indica, tudo isto, e o que será isto?, não passará duma utopia, ou seja, algo que não existe. Já agora, e porque se está fazendo tarde e não convém alongar muito a retórica em fóruns deste tipo, é altura de colocar a questão: porquê Hermenêutica? Porque da arte de interpretar se trata e há-de continuar...

Etiquetas: