Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

7.8.09

Cinefilia: "As Canções de Amor" (2007)

Mais uma incursão pelo cinema independente, desta feita com um ménage-à-trois na cidade de Paris do conservador Nicolas Sarkozy com música de Alex Beaupain a assemelhar Carla Bruni. Demasiada sensibilidade para o meu sentido mais pragmático. Filme repartido em três partes: (1) a partida, (2) a ausência e (3) o regresso. Julie Pommeraye (Ludivine Sagnier), Ismaël Bénoliel (Louis Garrel) e Alice (Clotilde Hesme) têm uma relação a três. Com o desaparecimento repentino da primeira, após um ataque cardíaco fulminante à porta de um bar, o trio dissolve-se acabando Ismaël Bénoliel por ser confortado na dor da sua perda por uma nova relação homossexual com o jovem estudante universitário bretão Erwann (Grégoire Leprince-Ringuet). Sobretudo um filme sobre a dor duma perda, paixão e tédio. A ser evitado por homofóbicos, Les Chansons d’Amour (2007), no original, ou As Canções de Amor, na versão portuguesa avant la lettre, é um filme do realizador francês Christophe Honoré.

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