Momentum: "Carpe diem" (103)

A reiterada condenação à intolerância ao erro pode com inusitada frequência originar a insustentável leveza da irresponsabilidade. O argumento de errar é humano, contrariamente ao comummente pensado tem menos a ver com lapsos ou enganos e mais com a digressão, errância e deambulação do ser humano. E por muito que se arrastem em longas negociações, o objectivo de fazer prevalecer o consenso para chegar a acordo nunca deve ser abandonado, porque apesar de todas as indecisões e a potencial fragmentação do poder muitos já saberão onde votar.
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