Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

1.10.09

Momentum: "Carpe diem" (118)


Depois de visto ontem o nunca visto, vamos a votos. Nos dez melhores projectos de design de abrigos do Guggenheim, seleccionados pelos estudantes da Frank Lloyd Wright School of Architecture, e Portugal concorre com David Mares e a, também muito portuguesa, cortiça. Dwight Yorke chegou a formar uma dupla terrível com Andy Cole relegando o norueguês “baby face” Ole Gunnar Solskjaer para o banco de suplentes. Sim, porque ainda há quem não permita faltas de respeito e também porque da fama ninguém se livra, nem mesmo o eremita realizador sueco Ingmar Bergman (1918 – 2007). É, mas V. Exa. por acaso não tem nada a ver com isso, pois não? É certo que “esta crítica é uma prova de ânimo já iscado da peçonha da meia impiedade que degenera em impiedade inteira.” Afinal, tal David para Golias, foi um microrganismo que acabou com o gigantesco Tyrannosaurus rex, para os mais chegados T. Rex, e já agora, a Sotheby’s vai leiloar o último Anthony Van Dyck em Dezembro, mas antes há ainda a 20.º Festival Internacional de BD da Amadora que decorrerá de 23 de Ouutbro a 8 de Novembro e a feliz reabertura da Buchholz, agora Coimbra. Ai sim? “Eu direi a V. Exa. qual eloquência considero necessária: (...) é a eloquência que a Nação entenda. A arte de bem falar, ars bene dicendi, é o estudo da clareza no exprimir a ideia. Os afectos, as galas de linguagem, que lhe tolhem o mostrar-se e dar-se a conhecer dos rudos, não é arte é tramóia, não é luz, é escuridão.” Porque apesar dos feitiços da J. K. Rawling não chegarem ao Novo Mundo, onde já chegou o Krump, sempre podiam ajudar a Amy Winehouse, enquanto aguarda-se a polémica com a infância da Brooke Shields na Tate Modern.

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