Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

6.10.09

Momentum: "Carpe diem" (123)


Há dias em que é necessário fazer escolhas difíceis: entre comprar Topázio, Frenzy – Perigo na Noite ou o Homem que Sabia Demais de Alfred Hitchcock, a sete euros a unidade, ou uma tal de história entre vampiros vs. lobisomens chamada de Underworld: A Revolta, por vinte euros. Venceu o último, graças ao poder do marketing e publicidade que passava a prequela no plasma de serviço da FNAC. Além de que a espreitadela, à laia de In Limine: Assim tudo começa, ao 2666 do Bolaño despertou interesse, mas as mil e muitas páginas e os vinte e oito euros e vários cêntimos desincentivam quem se resguarda para receber o próximo símbolo perdido do Dan Brown, a 29 deste mês, e ainda não acabou essa tenebrosa ou pungente relação entre Stravogin e Verkhovenski que começou nas férias de Verão. Não fosse a crise que nos obriga à comiseração e teria vindo também, por seis euros e noventa e cinco cêntimos, o western desse zarolho Rooster Cogburn que já cá canta escrito pelo Charles Portis e passado à sétima arte pelo Henry Hathaway e mais não digo. Devia ter trazido o plasma.

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