Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

7.10.09

Momentum: "Carpe diem" (124)


O que pode ser dito é que depois de nove horas e meia de intensa luta nessa Europa do séc. XXI, do Tratado de Lisboa, referendado por duas vezes pelos Irlandeses, uma melhor que a outra, na ideia do dr. Zé Manel, oportunidade que não tiveram, nem terão, todos os outros europeus, essa inovação tecnologicamente do que há de mais avançado sobre cabos coaxial, i.e., cabo constituído por dois condutores concêntricos, separados por um espaço cheio com uma substância dieléctrica, e neste caso os condutores até foram quatro, só que não eram o Ricardo Araújo Pereira, nem o Zé Diogo Quintela, nem o Miguel Góis, nem o Tiago Dores, muito embora estes também tenham tido a sua piada ao pedirem-me manteiga – que dei e magra – e um pano do pó, finalmente é fibra e é Meo, logo, e nem de propósito, na véspera do lançamento da nova revista cultural The Scope e depois de Hillary Mantel ter sido premiada com o Man Booker 2009 com o romance Wolf Hall.

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