Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

26.10.09

Momentum: "Carpe diem" (140)


O historiador e criptanalista Tomás Noronha, qual Asafa Powel, anda numa Fúria Divina para bater na légua Robert Langdon que partindo atrasado, qual Usain Bolt, não lhe dará a mínima hipótese. No fundo, fica tudo entre historiadores, criptanalistas e jamaicanos. Porque “o caminho do engano nasce estreito, mas sempre encontrará quem esteja disposto a alargá-lo, digamos que o engano, repetindo a voz popular, é como o comer e o coçar, a questão é começar” (José Saramago, Caim). Continuando nos historiadores, Manuel Ros Agudo (47 anos), historiador e investigador espanhol, estudou o Plano de Campanha n.º 1 (34) elaborado pelo Alto Estado-Maior (AEM), no segundo semestre de 1940, dando conta da seguinte afirmação de Serrano Suñor, ministros dos Assuntos Exteriores espanhol, ao seu homólogo alemão, esse homem de pactos, Joachim von Ribbentrop, em Setembro de 1940: “(...) ninguém pode deixar de se dar conta, ao olhar para o mapa da Europa, que, geograficamente falando, Portugal na realidade não tinha o direito de existir. Tinha apenas uma justificação moral e política para a sua independência pelo facto dos seus quase 800 anos de existência” (Público, 23 10 2009). E mais nada. Mais nada não, livremo-nos de fazer uma interpretação literal do que Jesus disse, porque, tal como o actual governador da Califórnia, há que malhar neles, Ou teria sido...

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