Momentum: "Carpe diem" (143)
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Depois de dezoito anos de experiência, descobri que “a origem da gravata remontava à fascalia de seda usada pelos oradores romanos para aquecerem as cordas vocais, [e que] etimologicamente cravat derivava na verdade de um bando cruel de mercenários ‘croatas’ que punham lenços de pescoço atados com um nó antes de partirem para o combate. Até hoje, este antigo acessório de batalha continua a ser usado pelos modernos guerreiros de escritório, que esperam assim intimidar os seus inimigos nas batalhas travadas diariamente em salas de reunião.” (Dan Brown, O Símbolo Perdido) Não consigo é perceber como o simbologista de Harvard Robert Langdon consegue nadar dois mil e quinhentos metros diariamente e, neste caso, às quatro e quarenta e cinco da manhã de um domingo.
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