Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

16.1.10

Momentum: "Carpe diem" (194)


No interior dos livros, além dos marcadores, costumo guardar sempre (não sei porquê) o recibo da compra e o talão multibanco esquecidos e também recortes de imprensa com notícias ou assuntos que me interessaram algures no tempo. Ultimamente, já descobri uma nota de cinco euros esquecida no Demons que ficou a meio (p. 482) das suas valentes 844 pp., porque esta voragem do conhecimento, da informação, que impele à leitura disto, e também disto, e mais disto, e ainda disto é grande, muito grande. Tão grande que às tantas atrofia o pensamento. E depois há Sam Peckinpah (1925-1984) na Cinemateca e Brillante Mendoza na Culturgest. E ainda temos de guardar vontade para trabalhar, por causa da produtividade nacional, do combate ao défice (público, privado, externo etc.) e da progressão na carreira, para que a sociedade nos reconheça o mérito e o status.

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