Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

7.2.10

Bibliofilia: "O Alquimista"

Paulo Coelho, O Alquimista, Editora Pergaminho, 2.ª ed. Abril 1996 (pp 159). Tal como o pastor andaluz Santiago, a minha Lenda Pessoal conduz-me a não ler mais nenhum livro do Paulo Coelho (e este até foi o primeiro) e todos sabemos que “quando alguém quer alguma coisa, todo o Universo conspira para que se realize esse seu desejo” (p. 36) não é? E também porque “tudo o que acontece uma vez, pode nunca mais acontecer. Mas tudo o que acontece duas vezes, acontecerá certamente uma terceira” (p. 150). E eu não caio nessa. Não fosse a Alma do Mundo “alimentada pela felicidade das pessoas. Ou pela infelicidade, inveja, ciúme (p.35). Neste caso, no meu caso, e porque era a primeira vez, não houve “‘Princípio Favorável, sorte de principiante’” (p. 62) e lá segui a viagem do pastor Santiago que procurava um tesouro debaixo das Pirâmides do Egipto e encontra um rei, um mercador, um inglês (!?), um alquimista, o amor de uma cigana e um colossal erro ao tratar-se misteriosos homens como “encapuçados” (p. 83), por duas vezes (p. 90), quando três linhas mais adiante eles são assim descritos porque usam “capuzes”. Maktub: "tudo está escrito". E já vendeu 100 milhões de livros.

Etiquetas: