Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

13.2.10

Momentum: "Carpe diem" (213)


(1 000.º post) Inexplicavelmente, nunca tinha assistido ao regresso de Kitty Walker à casa dos pais, Nora e William, em Los Angeles, Califórnia, para simultaneamente comemorar o seu 38.º aniversário – depois de ter deixado Jonathan, o noivo dominador, em Nova Iorque –, e aceitar aquele emprego num programa político de rádio onde iria defender as suas ideias republicanas por oposição a um inteligente colega democrata. Democrata, tal como a mãe Nora ou o irmão gay Kevin. Tinha-me passado completamente desapercebido que o casamento de Sarah Walker com Joe não vivia os melhores dias, motivado pela falta de intimidade que, por outro lado, ela sentia (e sentia-se culpada por isso) com o ex-colega de trabalho Noah. E, sobretudo, não sabia como inesperadamente tinha falecido o patriarca da família, William Walker, que mantinha uma relação adúltera com Holly Harper, do exclusivo conhecimento do cunhado Saul, no preciso jantar de aniversário de Kitty, de ataque cardíaco, depois de ter delapidado o fundo de pensões da empresa familiar Ojay Foods. Para rever, a(s) história(s) da família Walker, todos os dias às 02 15 horas (sim de madrugada) na RTP1, sentado ali em cima, ou, a horas mais convenientes, depois de gravado no MEO.

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