Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

21.3.10

Momentum: "Carpe diem" (242)


Fim-de-semana repleto de Crime Scene Investigation (CSI). Primeiro com o Sr. Melas e Paul Kratides no The Greek Interpreter / O Intérprete Grego, depois com esse jovem maçon advogado asmático John Hector McFarlane e o construtor Jonas Oldacre em Norwood Builder / Herança Amaldiçoada, seguiu-se o penta grupo do Sutton, Cartwright, Biddle, Haynard e Moffet e ainda a catalepsia no Paciente Residente / The Resident Patient (que esteve à beirinha de ser o Mistério de Brook Street / The Brook Street Mystery), mais tarde a avareza de Jabez Wilson colocou em risco o seu negócio de penhores na The Red Headed League / Uma Estranha Liga e, finalmente, pois claro, O Problema Final / The Final Problem não se podia chamar outra coisa senão professor Moriarty. O inquilino do 221B de Baker Street era “tão deficiente em simpatia humana quanto era proeminente em inteligência”. Essa criação de Arthur Conan Doyle e adaptação de John Hawkesworth, soberbamente interpretado por Jeremy Brett e David Burke. Não se trata duma personagem sem vícios como o Horatio de Miami. Este fuma bastante, de preferência com cachimbo, consome doseadamente cocaína e ocasionalmente morfina, alimenta-se mal nos períodos mais intensos da investigação e é um melómano violinista de carácter misantropo. Quando se visita Londres é obrigatório passar lá por casa. Independentemente do valor da libra esterlina. Porque “when you remove the impossible, whatever remains, however improbable, must be the truth.”

Etiquetas: