Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

25.3.10

Momentum: "Carpe diem" (245)


Contrariamente ao que possa ser pensado e dito, o destino económico de Portugal não está nas mãos do governo ou dos candidatos a líder do maior partido da oposição, mas em três pessoas: Douglas Renwick (Fitch), Anthony Thomas (Moody's) e Kai Stukenbrock (Standard & Poor’s). E não vale a pena virem com evasivas a discutir a credibilidade das agências de rating porque há uma realidade imutável, como disse o prof. Medina Carreira há pouco, com o pragmatismo e objectividade habitual, goste-se ou não do estilo, não são os Estados que avaliam as agências de rating, mas o contrário. Piora o rating de AA para AA-, caiem as bolsas (ontem, porque hoje já recuperaram com o acordo da cimeira europeia sobre a Grécia a dissipar os temores do efeito de contágio) com o aumento do risco da república e sobem (efeito contrário) os, hoje em dia, célebres Credit Default Swaps (CDS) - também conhecidos como seguros de crédito - para 140 p.b. com o potencial aumento de incumprimento.

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