Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

17.4.10

Momentum: "Carpe diem" (259)


Declaração de interesses: cumpro o ritual da compra do jornal Público às sexta-feiras, por causa do suplemento cultural Ípsilon e da crónica sobre televisão e media “Olho Vivo” de Eduardo Cintra Torres, e ao sábado, pela crónica “Menos por menos” de Pedro Mexia e a coluna sobre a pré-publicação de um livro. Procuro tempo para as próximas aquisições, ou colheita, que serão certamente Hilary Mantel, Wolf Hall sobre a história do conselheiro de Henrique VIII, Thomas Cromwell, os quatro volumes (!) de Robert Musil, O Homem Sem Qualidades, além de Ian McEwan, Solar e tempo. Muito tempo disponível. Precisa-se. Porque o tempo é a questão existencial por natureza: o homem tem consciência da sua mortalidade e, não fora a capacidade de se alienar desse destino, todos os seus segundos seriam certamente insuportáveis. Há muito que fazer.

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