Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

20.5.10

Momentum: "Carpe diem" (286)


É inevitável, o assunto acaba sempre, nos dias que correm, em finanças públicas. Mas no meio de tanto comentador prolixo, ontem à noite foi possível colher uma interessante opinião sobre medidas eficazes e estruturais para combater a endividamente externo do país que é muito maior nas empresas e nas famílias que, ao contrário do que é exaustivamente comentado, no Estado. O economista Abel Mateus, antigo responsável pelo pelouro da concorrência e destacado quadro do FMI, no programa do sóbrio editor de economia da SIC Notícias, José Gomes Ferreira, defendeu a redução coerciva pelas entidades reguladoras do preço dos bens não-transaccionáveis como os transportes, a água, telecomunicações e energia, i.e., essencialmente das utilities, dos bens de utilidade pública. Essa redução seria feita em concertação com as empresas e as entidades reguladoras de cada sector sob a ameaça alternativa de aumento de impostos nessas empresas, permitindo assim às famílias obter maior rendimento disponível, a redução de custos na produção das Pequenas e Médias Empresas e maior competitividade nas exportações.

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