Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

23.5.10

Momentum: "Carpe diem" (289)


José Mourinho pegou num conjunto de “jovens” jogadores como o Materazzi (n. 1973), Ivan Córdoba (n. 1976), Walter Samuel (n. 1978), Javier Zanetti (1973), Dejan Stankovic (n. 1978), Cristian Chivu (n. 1980) e Diego Milito (n. 1979) – média de idades de 33,3 anos – e consagrou-os campeões europeus ao serviço de um clube que desde 1965 (há quarenta e cinco anos!) não conquistava esse troféu. Depois de ter ganho a taça de Itália e o respectivo campeonato. O segredo de Mourinho é ter tão pouco de português: não cede ao facilitismo, planeia. Não desenrasca. Não é um gajo porreiro para a maioria dos portugueses. Não é grande colega (para os outros treinadores). Como disse o professor Marcelo Rebelo de Sousa hoje no regresso à TVI, não cede ao “nacional-porreirismo tão típico em Portugal, por isso é que tem tanto sucesso” (cito de memória). Ao minuto 32, da final das Champions, segurou uma bola que tinha saído do jogo e, antes de devolvê-la, cumprimentou Robben, cortando assim o ritmo do perigoso contra-ataque do adversário. Um português genuíno, nem se teria dado ao trabalho de levantar-se do banco.

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