Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

26.11.10

Momentum: "Carpe diem" (404)


aqui tinha abordado o tema dos 42 porcento – nessa altura ainda por quantificar – da factura eléctrica. Na altura, o tema era referido no contexto crítico da aposta do país, nos últimos anos, nos bens não transaccionáveis (grandes obras públicas, comunicações, utilities, etc) em vez de apostar nos transaccionáveis. Agora o assunto de transferir os custos da produção de energias renováveis para o consumidor/cliente, tornando, no futuro, o país menos dependente das subidas bruscas dos hidrocarbonetos nos mercados internacionais e, actualmente, alvo da lisonja de gente tão insuspeita como Barack Obama, foi destacado da discussão geral graças a uma petição da DECO. Dizem que o MIBEL viria reduzir os preços, mas o que eu sei é que já mudei três vezes de operadora de comunicações e continuo sem saber como comprar electricidade à Endesa ou Iberdrola, desde 3 de Julho de 2006.

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