Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

28.1.11

Bibliografia: "Siddhartha" (1922)

Hermann Hesse, Siddhartha, Casa das Letras, 12.ª edição, Julho 2006 (pp. 155). O desfilar da vida do príncipe brâmane Siddartha, enquanto criança apenas se procupava com deuses e sacrifícios como lhe ensinara o pai, depois, enquanto jovem, parte na companhia do seu amigo de infância, Govinda, para uma vida de ascese e meditação como samana, na adolescência voltou-se para a penitência na floresta ao frio e à chuva, antes de se confrontar com a doutrina do Buda Gotama. Depois de toda a espiritualidade, foi conhecer os prazeres da carne com Kamala, a luxúria, e a ambição nos negócios de Kamaswami, antes de conhecer a desilusão pela desdém do filho. O Nobel da Literatura de 1946, Hermann Hesse (1877 – 1962), conta-nos nesta alegoria o destino que cada um escolhe. Sim, o destino que se escolhe.

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