Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

31.1.11

Momentum: "Carpe diem" (442)


No passado, salvo erro, lá no longínquo 1995, durante um exame oral de Política Internacional fui merecedor de um vetusto dezassete por ter defendido (imagine-se!) veementemente a impossibilidade da independência de Timor-Leste perante a potência regional muçulmana que era a Indonésia. Recentemente, poucos acreditariam que o que se passou na Tunísia se alastraria ao Egipto (sim de propósito com “p”, que eu sou antiquado). E se uma das grandes correntes da política internacional, o idealismo, rejubila com os acontecimentos, já os realistas (defensores da realpolitik) encaram os acontecimentos com apreensão, face ao perigo decorrente da repetição da história (ao contrário de Francis Fukuyama) do xá Reza Pahlavi.

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