Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

13.2.11

Momentum: "Carpe diem" (451)


Hábitos de leitura? São assim: mais reedições, menos edições; mais traduções, menos originais. Ocupado a ler o Vício Intrínseco (p. 66 / pp. 399) do Thomas Pynchon, e que decepção, a ler Parrot e Oliver na América (p. 32 / pp. 476) do Peter Carey, ainda sem opinião, e o fabuloso Jerusalém (p. 183 / pp. 251) de Gonçalo M. Tavares, além do Gogg (p. 59 / pp. 278) do Giovanni Papini, do consagrado Por Favor Não Matem a Cotovia (p. 15 / pp. 398), de Harper Lee, e o afamado Os Detectives Selvagens (p. 168 / pp. 511), de Roberto Bolaño, porque o tempo é o que dele fazemos. E devemos insistir numa leitura afamada que nos enfadonha (Roberto Bolaño, Os Detectives Selvagens) em detrimento de um tempo que hoje em dia é deveras precioso e poderia ser dedicado a descobrir Louis-Ferdinand Céline, As Aventuras de Augie March (1953) de Saul Bellow ou A Guerra do Peloponeso de Tucídides, editado pela Fundação Calouste Gulbenkian? Os fervorosos adeptos que me perdoem as comparações, mas não me sentia publicitariamente tão enganado desde O Alquimista de Paulo Coelho, ou do Leviathan de Paul Auster, e já estava avisado pelo O Terceiro Reich.

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