Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

21.2.11

Momentum: "Carpe diem" (457)


No meu caso, por motivos de delimitação de espaço que me contrariam fortemente, a minha biblioteca é gerida como a função pública portuguesa: por cada livro que entra, dois têm de sair. Assim, se anteriormente, me podia dar ao luxo de desperdiçar recursos materiais, tempo e espaço, agora vejo-me obrigado a gerir cirurgicamente a leitura, dando primazia aos clássicos e aos consagrados: Franz Kafka, Lev Tolstói, Fiódor Dostoiévski, Nikolai Gógol, Anton Tchékhov, Herman Melville, George Orwell, Philip Roth, Gabriel García Márquez, Henry David Thoreau, Thomas Mann, Rainer Marie Rilke, Albert Camus, Emily Brontë, Dino Buzzati, José Saramago, etc... Tudo o resto é “incêndio florestal”.

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