Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

20.3.11

Momentum: "Carpe diem" (477)


Gosto de livros com grandes ideias, que os tornam absolutamente inesquecíveis, como a da sociedade totalitária de George Orwell de 1984 (1949), do conceito kafkiano de O Processo (1925) e da demonstração de que vale sempre a pena lutar, independentemente do resultado, na tenacidade de O Velho e o Mar (1952) de Ernest Hemingway. Ainda, pela completa ausência de emoções de Meursault, porque simplesmente se recusou a mentir para lhe facilitar a vida e foi condenado à morte, em O Estrangeiro (1942) de Albert Camus. Ou, antes pelo contrário, nos remorsos que sempre atormentaram Rodion Romanovich Raskólnikov de Crime e Castigo (1866) de Fiódor Dostoiévski. Ou, para terminar, nos homens refugiados que memorizam livros para perdurarem no tempo, antes que o bombeiro Guy Montag os incendei, em Fahrenheit 451 (1953) do Ray Bradbury.

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