Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

5.6.11

Momentum: "Carpe diem" (517)


A coincidência apanhou-me com o Falling Man do Don DeLillo no décimo aniversário do atentado às Torres Gémeas, e uma edição mais antiga, do que a agora reeditada, de A Ameaça (p. 107 – pp. 349) de Ken Follett no rebentamento do surto de E.coli, embora não saiba onde encaixar quotidianamente Infância, Adolescência e Juventude (p. 66 – pp. 375) de Tolstói ou ainda No Coração Desta Terra (p. 127 – pp. 231) de J. M. Coetzee, na reflexão feita ao som de Someone Like You e Rolling In The Deep na voz grave de Adele, de quem já conhecia há algum anos atrás o (na altura) ainda desconhecido Hometown Glory, polvilhado por três westerns do ciclo de sete de Budd Boetticher / Randolph Scott, no caso concreto Buchanan Rides Alone / Fibra de Herói (1958), Decision at Sundown / Entardecer Sangrento (1957) e, por fim, Comanche Station / Emboscada Fatal (1960), quando ainda receio que, com tanto estudo, a troika se tenha esquecido no(s) memorando(s) de uma alínea sobre a tributação do acto massificado, trivial, profano e bem português de laurear a pevide. Podia ser name droping, mas não é.

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