Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

22.7.11

Momentum: "Carpe diem" (539)


Não é propriamente raro muitas famílias (mesmos as nascidas em 1999) confrontarem-se com um elemento degenerativo, por vezes, nem se pode justificar com degenerescência, porque “o que nasce torto dificilmente se endireita”, e acolhemos aquele elemento (2001) sabendo que no futuro iremos certamente arrependermo-nos, mas tudo faremos para não deixá-lo cair em desgraça por que, no fundo, é o bom nome da família que está em causa. Assim, desculpamos-lhe a economia paralela, a fuga ao fisco, as folgas vespertinas das terças e quintas-feiras, as reformas precoces, o oligopólio do “clientelismo burocrático” dinástico dos Karamanlis, Papandreou e Mitsotakis e as contas marteladas, injectando cento e nove mil milhões de euros públicos e cinquenta mil milhões de euros privados (que se elevará a um total de cento e seis mil milhões de euros privados, até 2019) para reescalonar ou renovar (nunca “renegociar”) uma dívida de trezentos e quarenta mil milhões de euros que corresponde a cento e sessenta por cento da criação de riqueza baseada no dolo e não “apenas” no erro, negligência e irresponsabilidade.

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