Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

30.10.11

Momentum: "Carpe diem" (603)


Na esperança de que possa competir com a Hannah Montana, O Mundo de Patty, Miley Cyrus, Morangos com Açúcar, Facebook e outros que tais, ofereci-lhe o diário do terceiro ano lectivo de Enrico Bottini, que dá pelo nome de Coração, escrito há 125 anos, em 1886, por Edmondo d’Amicis e agora reeditado pela Nova Delphi, para que possa compreender o significado, importância e valor da amizade, do sacrifício, do carácter, da integridade, dos escrúpulos, “das coisas conquistadas com esforço”, da coragem, da seriedade, do patriotismo, da generosidade, da família, “da necessidade de aprender e saber”, com a bondade e o altruísmo de Garrone, com o entusiasmo do esforço de Coretti, com a humildade do filho do ferreiro Precossi e do “pedreirinho” Antonio Rabucco e ainda com a excelência honesta de Ernesto Derossi, pois da injustiça e de sociedades “que se configuram à volta de ídolos perfeitos e de vidas ideais” (entre aspas, do prefácio de Violante Saramago Matos), onde se cede permanentemente ao facilitismo e, por exemplo, se lê o resumo porque é maçador ler o livro, não precisa, embora possa não ser consensual, como todas as coisas genuínas e autênticas, e, contrariamente à minha preferência, tenha muito mais coração e menos cabeça, mas é o bom coração, assim como há a boa razão num cerebral emotivo com a inteligência emocional dos ensinamentos de Daniel Goleman.

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