Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

19.11.11

Momentum: "Carpe diem" (613)


Se o BCE quer que o FEEF actue apenas como um seguro garantido uma fracção da nova dívida em caso de incumprimento, ou aceita financiar o FEEF desde que não seja em exclusivo e este possa recorrer ao mercado; se a França quer colocar o FEEF como um banco financiado pelo BCE para poder emprestar aos países em dificuldades cujos orçamentos estarão sob escrutínio de um governo económico europeu; se a Alemanha não aceita a "monetarização da dívida", recusando ao FEEF o financiamento junto do BCE para poder emprestar aos países em dificuldades, e discorda de um governo europeu económico que fragmentaria a UE; se o Reino Unido não se opõe ao financiamento do FEEF pelo BCE, mas discorda totalmente do imposto sobre transacções financeiras defendido por Berlim e Paris que pode colocar em causa a City e, por fim, se os tratados não permitem ao BCE comprar dívida no mercado primário dos países em dificuldades, nem emitir moeda, como a Reserva Federal norte-americana, e não há harmonização fiscal para emissão de Eurobonds, para quê mais uma cimeira a 9 de Dezembro?

Etiquetas: