Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

1.12.11

Bibliofilia: "Ficções" (1941)

Jorge Luis Borges, Ficções, Teorema, Maio 2009 (pp. 171). Livro de contos mais fantásticos do que policiais, dividido em duas partes, O Jardim dos Caminhos que se Bifurcam (1941), composto por um prólogo e sete contos, e Artifícios (1944), composto também por um prólogo e nove histórias. Desde uma presciente alusão à futurista sociedade de informação de A Biblioteca de Babel que contém todas as possibilidades da realidade, até Funes que não dorme para registar minuciosamente todos os detalhes da vida e adquirir sempre mais e mais conhecimento, idiomas imaginários, conceitos abstractos do tempo, universos oníricos, jogos de números, formas geométricas, labirintos e associação de ideias assentes numa vasta sabedoria de dados concretos, objectivos e reais, que conferem densidade ao fantástico, por outro lado, demasiado exercício de imaginação ou extrema criatividade para a minha pobre mente.

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