Em vez de optar pelas trocas do Natal e as promoções do
Boxing Day, preferi a maratona dos dez episódios da primeira temporada da série medieval britânica
Guerra dos Tronos / Game of Thrones (2011), sobre o Domínio dos Sete Reinos de Westeros, onde
“summers spare decades and winters can last a lifetime”, da produtora HBO Entertainment, enquanto o DVD só chega a 6 de Março de 2012 e os próximos dez episódios da segunda temporada ainda não estão prontos, previamente gravado às segundas-feiras no canal SyFy (n.º 68 do MEO).
Com menos luxúria que os catorze episódios de
Spartacus: Blood and Sand (2010) ou do que os seis episódios da prequela
Spartacus: Gods of the Arena (2010), tão ou mais escatológico, mas com muito menos esguichos de sangue à Quentin Tarantino, diálogos muito superiores e enorme riqueza de personagens, numa história de rivalidades familiares nobiliárquicas, conspirações políticas – onde o diálogo entre os conselheiros do rei, Lorde Petyr “Mindinho” Baelish e o eunuco Lorde Varys, é absolutamente soberbo e revelador de como duas pessoas se podem insultar violentamente sem levantar a voz por oposição a este tempo tão gutural que vivemos –, lutas de poder, regicídios, fratricídios e incesto.
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