Desde Barack Obama que não está tempo para homens providenciais, como prova os 15 milhões de euros de André Villas-Boas por comparação com o ex-adjunto e finalista da Liga dos Campeões
Roberto Di Matteo, ou o messiânico Jorge Jesus por comparação com o (outro) ex-adjunto Vitor Pereira. Ou ainda os 35 e 50 milhões de libras (41,65 milhões de euros e 59,5 milhões de euros), respectivamente, pelos agora discretos Andy Carrol (Newcastle / Liverpool) ou Fernando Torres (Liverpool / Chelsea). É tempo de
underdogs como Mario Monti, Paulo Bento e François Hollande. Descontos de cinquenta por cento.
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