A populaça do séc. XXI não gosta de ex-combatentes de guerra gravemente feridos e potencialmente inválidos que recuperam miraculosamente, como Matthew Crawley, nem gostam de misturas de classes como o casamento da filha de um aristocrata com o motorista revolucionário, nem tão pouco apreciam condenados à morte por homícidio que escapam à última hora, como John Bates. Ou ainda o derreter de corações empedernidos como o de O’Brien. A crítica não foi meiga com a segunda temporada de
Downton Abbey. Se, no passado, a vida sonhava em ser cinema, agora é o cinema que pretende ser vida.
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