Com mais um escândalo financeiro ainda bastante fresco, agora da manipulação da taxa de mercado interbancário Libor pelo Barclays, Royal Bank of Scotland, HSBC e JP Morgan, talvez esteja na altura de olhar com atenção para a forma de actuar da banca islâmica onde, de uma maneira convencional, se paga uma renda (a riba) e não juros sobre o capital emprestado e o devedor é obrigado a a dar utilidade ao capital emprestado aplicando-o na economia real. A intromissão da religião na área financeira pode ser uma maneira de incutir valores, tão necessários numa actividade onde as métricas e a pressão dos resultados encorajam atitudes incompreensíveis.
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