Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

8.8.12

Momentum: "Carpe diem" (749)


Isto só prova que o problema não está no esforço dos atletas, mas na inexistência de uma política desportiva estrutural que permita, no mínimo, repetir medalhas e sucessos de forma assaz consistente. De quatro em quatro anos, ganhamos sempre uma medalha, pode é ser no judo (Sydney 2000, bronze do Nuno Delgado), (pasme-se!) na prova de maior velocidade (Atenas ’04 prata de Francis Obikwelu), na vela (Atlanta ’96, bronze Vitor Hugo Rocha e Nuno Barreto), no ciclismo (Atenas ’04, prata de Sérgio Paulinho), no triplo salto (Pequim ’08, ouro de Nélson Évora), triatlo (Pequim ’08, prata de Vanessa Fernandes) ou agora na canoagem (Londres ’12, prata quase ouro de Emanuel Silva e Fernando Pimenta). Já lá vai o tempo em que eramos apenas consistentes no meio fundo (Carlos Lopes, Rosa Mota, António Leitão, Fernanda Ribeiro e Rui Silva). Agora é aleatório. Como calha.

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