Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

16.10.12

Momentum: "Carpe diem" (785)


Todas as candidatas a misse têm agora um terceiro desejo, depois de acabarem com a fome em África e instalarem a paz no mundo, promoverem o crescimento económico e a competitividade em Portugal. Mas como não é possível reduzir o endividamente externo e combater o défice público em simultâneo, e a coisa arrancou logo mal quando se negociou uma intervenção externa com um ponto de partida que não era de 5,9%, em 2011, mas 7,8%, sem as receitas extraordinárias da sobretaxa do subsídio de Natal e a transferência dos fundos de pensões bancários, a solução passará sempre pela Europa e de quem impôs o limite de 4,5%%. A solução será sempre europeia, de renegociação do memorando cujos pressupostos se alteraram substancialmente com o ganho positivo de credibilidade do país e as evidentes provas negativas da implementação das medidas de austeridade. E Portugal teria toda essa capacidade institucional, se por acaso tivesse membros bem colocados nos organismos europeus que pudessem influenciar como, por exemplo, um presidente da Comissão Europeia ou um vice-governador do Banco Central Europeu.

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