Quando deixarem de ser fanáticos pelo modernismo,
design e inovação e abandonarem as imitações baratas de Silicon Valley, desde as
hortofrutícolas, à pesca – em particular nos bivalves – até ao
azeite, têm muito para nos tornarem bastante competitivos, sem ser necessário vir nenhum Michael Porter falar de
clusters dos vinhos, sapatos e automóvel a cento e vinte mil contos da altura.
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