Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

29.12.13

Bibliofilia: "Mel" (2012)

[ 89 ] Ian McEwan, Mel, Gradiva, 1.ª ed., Setembro 2012 (pp. 386). Em 1972, Serena Frome, filha de um bispo anglicano, matemática da prestigiada Universidade de Cambridge, mas grande apreciadora de literatura e leitora voraz, é recrutada pelos serviços secretos britânicos do MI5. O resto é muito sexo, bebida, política e também romance. Mel é a tradução adaptada de Sweet Tooth, nome ambíguo (gulodice?) da operação secreta que pretende recrutar escritores em começo de carreira para difundir propaganda política em forma de romance. Atrair intelectuais de esquerda e aliciá-los para alinharem com a nova ordem. Guerra Fria, lutas sindicais, crise petrolífera como cenário para casos amorosos, primeiro com o professor Tony Canning e depois com o escritor recrutado Tom Haley que irá ser a aposta de uma Fundação que através de uma bolsa o irá financiar nos projectos pessoais, enquanto é vigiado e manipulado, por Serena. Depois da leitura, não é algo que permaneça ou se recorde com facilidade, pois tem por base uma ideia confusa.

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