Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

1.2.14

Momentum: "Carpe diem" (996)


A dívida pública atingiu 129,4% do PIB no final de 2013. E qual o valor do PIB de 2013? Ainda não se sabe. Por outro lado, existe uma petição entregue na Assembleia da República para renegociar a tal dívida que é 129,4% de qualquer coisa, que se prevê de 165 379 milhões, onde se pede um corte substancial de capital que deixe de fora os investidores públicos residentes, os pequenos aforradores (os detentores de Certificados de Aforro?) e obviamente os bancos nacionais. E ainda a descida das taxas de juro (as definidas pelos mercados nos 5% ou as da troika de 3% que incidem só sobre quarenta por cento da mesma?) e o alongamento das maturidades. Parece que o único risco era o do BCE deixar de emprestar como último recurso e Portugal, como consequência, ser obrigado a recuperar a soberania monetária, embora isso não implicasse sair da Zona Euro, pois não está previsto nos tratados internacionais. Então e o potencial efeito de contágio aos restantes Estados-membros? Então e qual a amplitude da desvalorização da nova moeda? Então e quantas décadas seriam necessárias para recuperar a confiança dos mercados que é como quem diz dos credores? Não é Portugal que sai do Euro, são os restantes dezassete que estão condenados a ficar.

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