Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

13.4.14

Momentum: "Carpe diem" (1 042)


Se um muçulmano não pode, ou não deve, morrer sem visitar por uma vez Meca, um verdadeiro, genuíno, adepto de futebol jamais poderá deixar de ir a Anfield Road. O grande Liverpool (dos anos setenta) está de volta. Sob o comando do norte-irlandês (sempre a velha Albion) Brendan Rodgers e com seis ingleses (Johnson, Flanagan, Henderson, Gerrard, Sterling e Sturridge) sempre na equipa principal e um sistema táctico de 4x3x3 inovador, onde um médio-ofensivo joga atrás de dois pontas-de-lança móveis (com um score conjunto de 49 golos), sem médios alas, substituídos por dois laterais que fazem todo o respectivo corredor e dois médios interiores e um "trinco". Hoje, frente ao milionário candidato ao título, Manchester City, um imberbe de dezanove anos, Raheem Sterling, demonstrou toda a sua maturidade e experiência atrás do ponta-de-lança mais prolífico da Premier League que, curiosamente, acumula como rei das assistências, o uruguaio Luiz Suárez (que tanto jeito teria dado para substituir um, ainda que renovado, Benzema). Bonita homenagem a Hillsborough. Com a surpreendente campanha do Everton, Merseyside está de volta. Liverpool e Atlético de Madrid são as equipas que melhor e mais surpreendente futebol praticam na Europa. À atenção do xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, Roman Abramovich, Nasser Al-Khelaifi e outros Vistos Gold. Money For Nothing, cantava o Mark Knopfler.

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