Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

30.10.14

Momentum: "Carpe diem" (1 126)

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É duma apreciável irritação receber aqueles inquéritos à qualidade do atendimento quando não se conseguiu resolver de forma alguma o problema que nos levou até lá. É assim na EDP, é assim na MEO, e certamente será assim noutras companhias de grande envergadura. O cliente é confrontado com a inevitabilidade da sua impotência para levar a sua questão a contento e ainda tem de se disponibilizar para responder àquele acto que deve ser único e indiferente à insatisfação anterior. Será que esta gente não pensa? Serão máquinas? Está insatisfeito quanto à substância? Mas e quanto à forma? Não foram simpáticos a não resolver nada? Não lhe disseram que não lhe renovavam o desconto da box e, que se quisesse, poderia transferir-se para a concorrência, com grande estilo estético? É a isto que se apelida de "orientação para o cliente"? Não tem existido, nas mais variadas áreas, muita orientação (antes pelo contrário) e qualquer dia também não há clientes.

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