Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

7.9.15

Momentum: "Carpe diem" (1 238)


Considerados por alguns dois velhos do Restelo, cada um à sua maneira, Pacheco Pereira e Medina Carreira já tinham alertado para isto: sem indústria, isto não vai lá com empresas high tech e start ups. E dispensa-se a conversa da "destruição criativa" ou da naturalidade do risco associado aos negócios e ao medo de falhar. Quase no início da silly season, a TV apresentou uma curta reportagem sobre o potencial das impressoras 3D e o sucesso que já estaria a ser. O Público revela, já no final da silly season, mais concretamente a 30 de Agosto, que uma dessas empresas iria fechar e as outras atravessam dificuldades pelo enorme custo associado, quer às impressoras, quer às produção das peças. O que inviabiliza a sua massificação no curto prazo para utilização doméstica. Resultado, para já continua a ter o mesmo mercado, produção de moldes ou próteses. E mais uma vez empresas com sugestivos nomes como Run4It ou Sellit4something (nomes fictícios, ou talvez não) não são capazes de criar empregos ou gerar investimento para as necessidade de um país que contraíu dívida sem recorrer a crowdfunding.

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