Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

12.3.16

Momentum: "Carpe diem" (1 260)


Durante muitos anos a banca em Portugal foi condenada por dar lucros, no entender de alguns, desproporcionados para a realidade económica do país. Agora é obrigada a conviver, pelos mercados, com a não cobrança de juros pelo pouco dinheiro que empresta e a proibição de cobrar comissões pelos serviços que presta, pelos partidos políticos mais radicais à esquerda. Ora com a ajuda da desconfiança instalada, por culpa dos próprios banqueiros, e sem incentivos dignos à poupança, isto é matar um negocio (se a palavra for maldita: um sector de actividade). E sem banca não há economia. E sem economia não há emprego. A realidade em Portugal vai muito depressa do oito para o oitenta ou vice-versa. Ter razão, não significa ser razoável.

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