Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

26.1.17

Cinefilia: "Ela" (2016)


[ 80 ] Este Paul Verhoeven é mestre no deboche desde o primeiro Instinto Fatal/Basic Instinct (1992). Embora a história da Catherine Tramell tenha tido mais suspense como thriller erótico (ou lá o que é) — claro, muito antes da inauguração dos cruzeiros no Douro —, do que este drama numa família disfuncional. Michelle Lèblanc (Isabelle Hupert) é uma empresária de videojogos, ou de jogos para computador?, e filha de um serial killer condenado a prisão perpétua, ostracizada pelos media e pela polícia, o que a leva a não fazer queixa quando é violada durante um assalto a sua casa. Vem a nutrir um fétiche pelo novo vizinho, casado, que apesar de todos os esforços em contrário, é possível perceber que é ele o principal suspeito. Ela/Elle (2016), é uma produção franco-belga-alemã pouco conseguida, como, infelizmente, quase tudo onde agora os europeus se metem.

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