Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XI

29.8.17

Momentum: "Carpe Diem " (1 313)


Houve partes, no sétimo e último episódio de Game of Thrones de ontem, que podiam ter sido evitadas de tão fraco conteúdo no diálogo. As bocas sobre o tamanho de pilas de Bronn a Tyrion — este último um personagem anão, o que logo à partida revela uma desvantagem, que não deverá excluir outras possibilidades assim de forma categórica (ou também aquela quebra emocional de Brienne à passagem de Jaime Lannister a mandar o juramento ou a lealdade às malvas). Escusado. Não acrescentou nada. Mas parece fazer jurisprudência, pois o mesmo tinha sucedido no episódio anterior entre os grandalhões Tormund e Clegane, The Hound. Comparam mal com a excelente cena da condenação à morte de Lorde Baelish "Mindinho" ou a transformação de uma vulnerabilidade numa enorme força de alguém literalmente sem tomates como Theon Greyjoy. No fundo há aqui uma mensagem subliminar que parece condenar a coragem ao tamanho dos pénis. À virilidade. E, se assim for, a série amadureceu bastante, uma vez que a temática não é nova. Que na oitava e última temporada se aborde o desempenho.

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