Quem Ousa, Vence!

"Como se se pudesse matar o tempo sem lesar a eternidade" Henry Thoreau (1817 - 1862) Ano XIII

16.9.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (222)


 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Quem vive sabe, mesmo sem saber que sabe. Assim é que os senhores sabem mais do que imaginam e estão fingindo de sonsos." (p. 14)

José Saramago, Ensaio sobre a Lucidez (2004)

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2.9.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (221)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Quando uma mulher se torna a casar, é porque detestava o primeiro marido. Quando um homem se torna a casar, é porque adorava a primeira mulher. As mulheres experimentam a sua sorte, os homens arriscam a deles." (p. 222)

Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray (1891)

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16.8.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (220)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"(...) O incompreensível pode ser desprezado, mas nunca o será se houver maneira de o usarem como pretexto." ( p. 256)

José Saramago, Ensaio sobre a Lucidez (2004)

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14.8.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (219)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Aprendi neste ofício que os que mandam não só não se detêm diante do que chamamos absurdos, como se servem deles para entorpecer as consciências e aniquilar a razão." (p. 289)

José Saramago, Ensaio sobre a Lucidez (2004)

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29.7.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (218)

 

Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Vivemos numa época que lê demasiado e perde sabedoria, e que pensa demasiado e perde beleza." (p. 137)

Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray (1891)

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23.7.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (217)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Os jovens querem ser fiéis e não são, os velhos querem ser infiéis, e não podem." (p. 50)

Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray (1891)

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22.7.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (216)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"O crédito é o capital de um filho mais novo, e vive-se muito bem com ele." (p. 53)

Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray (1891)

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21.7.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (215)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"A vantagem das emoções é que nos desorientam, e a vantagem da ciência é não ser emocional." (p. 63)

Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray (1891)

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26.3.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (214)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Tinha as tristezas do talento que se acha excluído das condições materiais do interesse. (...) [V]ia em redor de si o riso desdenhoso da inveja e o estipêndio regateado do trabalho." (p. 18)

Camilo Castelo Branco, A Viúva do Enforcado (1877)

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25.3.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (213)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"(...) Nós éramos românticos. Não tínhamos mais dinheiro que estes bancos rotos de hoje em dia; mas tínhamos papéis que valiam mais que os deles: eram sonetos. Estes sonetos é possível que não fossem muito boas acções; mas não enganavam tantas famílias como as bancárias." (p. 56)

Camilo Castelo Branco, A Viúva do Enforcado (1877)

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23.3.17

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (212)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Sou do período dos aéreos perfumes; este agora é dos sons metálicos. As almas então eram leves, voláteis, e vestiam-se com os raios prateados da lua; hoje, ouço dizer que os corações estão pesados e retraídos dentro dos seus espinhos de ambição, cobertos de pomos de ouro como os ouriços-cacheiros no estrado das macieiras." (p. 55)

Camilo Castelo Branco, A Viúva do Enforcado (1877)

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30.10.16

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (211)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Se eu quisesse encomendar um anel para mim, escolhê-lo-ia com esta inscrição: 'nada passa'. Acredito que nada passa sem deixar vestígios e que cada passo nosso, por pequenino que seja, tem importância para o presente e para o futuro." (p. 290)

Anton Tchékhov, «A Minha Vida», Contos de TchékhovVolume V

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25.9.16

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (210)

 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Um homem que não se sente capaz de impor respeito por si mediante a dignidade interior, tem um medo instintivo de estreitar as suas relações com os subordinados e tenta afastar a crítica com manifestações exteriores de imponência. Os subordinados, vendo só este lado exterior, insultuoso para eles, não pressupõem, na maioria das vezes injustamente, que por trás dele talvez haja qualquer coisa melhor." (p. 112)

Lev Tolstói, "Sevastópol Em Agosto de 1855", Contos de Guerra

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12.3.16

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (209)

 
*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Hipócrita é de presumir que me não taxem, porque a hipocrisia tem neste mundo a sua ganância, e eles bem sabem que eu nada tenho ganhado, nem solicitado." (p. 30)

Camilo Castelo Branco, O Romance de Um Homem Rico (1863)

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20.2.16

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (208)


 

*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Schiller era alemão até à medula dos ossos. Com vinte anos, aquela idade feliz em que o russo vive do ar e do vento, sem pensar no dia de amanhã, tinha já a vida toda planeada e, houvesse o que houvesse, nunca cometeu o mínimo desvio, nunca fez a mínima concessão. Decidiu levantar-se às sete, almoçar às duas, ser pontual em tudo e embebedar-se todos os domingos. Resolveu acumular em dez anos um capital de cinquenta mil rublos, e isto era tão certo e irrevogável como o destino, pois que é mais fácil um funcionário público esquecer-se de deixar a sua assinatura na portaria do chefe no respectivo dia de aniversário do que um alemão faltar à sua palavra. Em caso nenhum aumentava as suas despesas, e se o preço das batatas subia mais do que normal, não dava nem mais um copeque, antes reduzia as compras, e embora às vezes ficasse com alguma fome, habituara-se bem a isso." (p. 39)

Nikolai Gógol, "Perspectiva Nevski" (1834 - 1835)
Contos de Petersburgo

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19.12.15

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (207)


*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Havia depois, também, o amor da verdade: uma formulação grandiosa, mas que significava na circunstância a decidida oposição ao espectáculo de uma mulher mais feliz do que o carácter do seu marido justificava, ou de uma mulher que manifestasse demasiado contentamento com a sua sorte: a essa pobre criatura devia ser fornecida alguma indicação de que, se soubesse a verdade, se comprazeria menos da sua sorte e com as pequenas ceias festivas que dava em casa." (p 714)

George Eliot, Middlemarch (1871-1872)

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5.10.15

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (206)


*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

"Encontramo-nos numa margem perigosa quando começamos a olhar passivamente como seremos no futuro e nos vemos a aceitar tacitamente baixezas insípidas e pequenas faltas mesquinhas." (p. 756)

George Eliot, Middlemarch (1871 - 1872)

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5.9.15

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (205)


*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

(...) [A] concepção fácil de um melhor destino irreal possuía um encanto sentimental que a distraía do seu tédio." (p. 727)

George Eliot, Middlemarch (1871-1872)

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12.8.15

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (204)


*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

(...) [U]ma caridade ardente agia sobre os espíritos virtuosos, impelindo-os a fazer, para bem dela, a infelicidade da vizinha. " ( p. 716)

George Eliot, Middlemarch (1871-1872)

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8.8.15

Ipsis dixit: «Pro captu lectoris habent sua fata libelli»* (203)


*«Os livros têm o seu destino de acordo com o poder de compreensão do leitor»
Terentianus Maurus (séc II/III d.C.)

(…) “[E] se (…) as coisas não são tão más como seria possível que tivessem sido, devemo-lo em boa medida àqueles que viveram fielmente uma vida desconhecida, e que repousam em supulturas que não visitamos.” (p. 809)

George Eliot, Middlemarch (1871 - 1872)

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